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Alergia à proteína do leite da vaca: o problema que virou oportunidade

PUBLICADO EM 20 de novembro de 2017

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É cada vez mais comum ver casos de pessoas que apresentam restrições ao consumo de leite de vaca. Com isso, aumenta a oferta de leite e derivados para o público intolerante à lactose. No entanto, existem pessoas que apresentam outra restrição: intolerância à proteína do leite. Que tal entender um pouco melhor sobre esse mercado em ascensão?

Alergia à proteína do leite

A proteína betacaseína tipo A1 é o elemento causador da alergia ao leite de vaca. Para produzir um leite não alérgico, é necessário ter vacas com os genes A2A2 nos rebanhos. O melhoramento genético é a melhor alternativa na produção. Um obstáculo é que, para obter um rebanho homozigoto, ou seja, A2A2, são necessários muitos anos.

Reações alérgicas

As reações alérgicas são uma defesa do nosso corpo produzidas pelo sistema imunológico, que tentam combater algum agente que ele entende como “nocivo”. Apesar de a intolerância à lactose e a alergia à proteína do leite da vaca (APLV) possuírem sintomas semelhantes, a intolerância não envolve o sistema imunológico. Os sintomas dos alérgicos são:

  • Problema no estômago e intestino;
  • Manchas vermelhas na pele, associadas à coceira;
  • Inchaço nos lábios e olhos;
  • Anafilaxia;
  • Choque anafilático.

Oportunidades

O crescimento da demanda e a baixa oferta resultam em uma ótima oportunidade para os produtores. Porém, o desafio está em tornar o preço da produção mais acessível, visto que uma lata de leite não alérgico chega a custar R$ 200,00. Para que o valor final possa alcançar um maior número de pessoas, é necessário baratear o custo de produção.

Dica importante: Os produtos não alérgicos não podem ter contato com a proteína do leite de vaca, para se manterem isentos da proteína.

Os testes genéticos têm se mostrado fundamentais para montar um rebanho de qualidade. É possível montar um plantel com animais A2, que produzem leite não alérgico. Por meio da técnica de genotipagem, são mapeadas quais vacas são A1A1, A1A2 e A2A2. Saiba como montar um rebanho A2 e aproveitar a oportunidade do crescimento deste nicho com o boletim de tendência do Sistema de Inteligência Setorial (SIS) do Sebrae. Baixe, de GRAÇA, aqui!

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