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Como aumentar a produtividade na pecuária de leite com a vacinação correta

PUBLICADO EM 20 de setembro de 2017

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A vacinação é principal medida para estabelecer bem-estar e saúde aos animais. Como qualquer medicamento, requer acompanhamento de profissionais, cuidado e dosagem exata. A vacina é utilizada para diminuir a ocorrência de doenças e auxiliar na recuperação dos animais, aumentando assim a produtividade e evitando prejuízos para a pecuária.

Cuidados necessários

O uso de medicamentos na pecuária de leite tem inúmeras finalidades. Por exemplo, o tratamento de micoses, diarreias, controle de carrapatos, verminoses, mastite ou até mesmo auxílio no período de gestação das vacas, no parto, na reprodução, entre outros. Tudo isso além das vacinas, que são aplicadas na prevenção e na erradicação de inúmeras doenças. Mesmo com o acompanhamento do veterinário, é importante que o produtor rural tenha conhecimento dos procedimentos e cuidados necessários com medicamentos e vacinas.

Acompanhamento

As vacinas também precisam de cuidado especial e devem ter acompanhamento de um veterinário. Geralmente, são aplicadas conforme um calendário com prazos bem definidos, por isso, o controle é fundamental para obter o resultado esperado. Outro fator importante para melhorar o desempenho das vacinas é o cuidado com o bem-estar do rebanho. Por essa razão, ter pessoas capacitadas, com práticas de manejo para evitar o estresse dos animais, é imprescindível.

Vacinas obrigatórias

Em Santa Catarina, apenas a brucelose – B19 é obrigatória e deve ser aplicada em fêmeas de três a oito meses. A vacinação contra febre aftosa está livre no estado, pois Santa Catarina se enquadra na zona livre de febre definida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

Vacinas Voluntárias

Bastante procuradas para reduzir a mortalidade dos animais, as vacinas não obrigatórias mais utilizadas são a Carbúnculo, Botulismo, Enterotoxemia Tétano e Edema Maligno. Existem outras vacinas especificas para tratar de inúmeras doenças como a leptospirose, rinotraqueite infecciosa dos bovinos, diarreia bovina a vírus, mastite, paratifo, pasteurelose, campilobacteriose, colibacilose e mastite ambiental.

Todas as vacinas, obrigatórias ou não, precisam ser indicadas e ter um acompanhamento do médico veterinário, que avaliará a ocorrência de doenças na região e as características da produção. Os procedimentos realizados de forma inadequada resultam na menor eficiência da vacina, prejuízos à saúde dos animais e, em casos mais graves, até a mortalidade.

Entenda mais sobre a conservação dos medicamentos, períodos de carência assegurados por lei, tipos de medicação e ações recomendadas baixando Relatório de Inteligência do SIS Sebrae.

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