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Por que a inteligência emocional é uma habilidade tão importante para os meus colaboradores?

PUBLICADO EM 28 de Fevereiro de 2017

Coesão administrativa e um RH sólido são as ferramentas para conquistar uma maturidade profissional e alimentar a inteligência emocional dos colaboradores

Numa rápida pesquisa sobre inteligência emocional, a quantidade de artigos promocionais sobre as habilidades necessárias aos colaboradores é vasta: o funcionário perfeito precisa ter uma grande empatia com o cliente, autocontrole, conhecer-se como ninguém e estar disposto a aceitar críticas. Porém, nenhum especialista de renome fala no termo sem se referir à coesão administrativa e ao princípio de gestão colaborativa.

Inteligência Emocional: por que é uma habilidade tão importante?

“Não basta ter inteligência emocional no mundo de hoje, precisa-se de bons gestores, administrações horizontais e que se preocupam com o bem-estar do colaborador”, afirma Ivanir França, que atua no segmento de comunicação empresarial. França indica a entrevista que fez com Matheus Haddad para o Cultura Colaborativa, que demonstra o quanto a maturidade profissional de um líder com os colaboradores consegue aumentar a atmosfera positiva e o crescimento da empresa ao mesmo tempo. “Necessita-se entender que a empresa não pode ser tratada como uma máquina, onde cada coisa tem seu lugar específico e precisa estar integrado a tudo ao seu redor como se fosse um relógio. (…) é o coletivo que interessa e não o individual”, calcula.

E isto passa pela questão da contratação e gerenciamento dos bons profissionais, segundo Haddad. Os empreendedores precisam reconhecer que a inteligência emocional caracteriza uma independência que acelera o processo de sua empresa, já que seu funcionário sabe do que é capaz e consegue influenciar o estado emocional dos outros colaboradores. Mas, ao mesmo tempo, deve-se compreender que a empresa precisa criar laços para manter essa sustentabilidade emocional de seus funcionários. Tudo é uma questão de alinhamento interno e de um setor de Recursos Humanos sólido, cada vez mais fundamental nas empresas modernas. Em grandes corporações do ramo imobiliário, por exemplo, a estrutura de RH atende seus funcionários, gerando um acompanhamento anual de sua evolução. Segundo especialistas, um RH consolidado é um acréscimo inegável na harmonia entre funcionários e empresários.

Quando perguntado sobre a forma de identificar pessoas com inteligência emocional numa equipe, Matheus Haddad destaca uma analogia com um jogo de futebol: ele fala que o Messi só é o Messi porque ele joga no ataque e faz gol. Ninguém lembra do Messi na hora que o time tem que se defender. Porque o Messi não é zagueiro. Ele é um líder situacional. O empreendedor afirma que essa lógica se encaixa em qualquer equipe; em alguns problemas, alguns se destacam mais do que outros, e é necessário reconhecer líderes situacionais. É importante distinguir a mudança comportamental no mercado e que o conformismo vem do ambiente, não das pessoas.  

No ponto de vista de Renato Hofer Birmann, dono da MBlasi Cabeleireiros, a inteligência emocional de seus colaboradores é o gatilho que ajudou a estabilizar o negócio. Desde que buscou um perfil mais familiar para seus colegas, o catarinense disse que o que perdeu na agressividade capitalista, ele ganhou em qualidade e isso refletiu na fidelização dos clientes. No momento em que passou a identificar as habilidades dos seus funcionários e o entrosamento entre eles, o empreendedor conseguiu aumentar em 30% a clientela.

Em outra entrevista, publicada na Revista Melhor, o sócio diretor da Ateliê RH, Roberto Santos, lembrou que há vários estudos que mostram que os profissionais com pouca habilidade em lidar com o cliente têm um impacto gigantesco sobre a organização como um todo. “Algumas pesquisas mostram que cerca de dois terços das pessoas prefere evitar o contato com esses profissionais”, conclui.

No final, o recrutamento de pessoas com inteligência emocional é um fator determinante para o futuro da corporação, tanto na retenção de talento quanto no desenvolvimento de líderes situacionais. Isso impacta diretamente nos resultados das empresas. O que não pode faltar é uma boa sintonia entre todos os colaboradores da empresa e integração das áreas. Do líder aos funcionários, todos precisam estar em harmonia.

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